Parabéns

 
 “Muitas coisas adquirem um novo charme quando são repensadas e desenvolvidas de tempo em tempo. É uma ídeia interessante, repensar o denominado Chamado de Emergência em Domicílio, desenvolvido há 25 anos atrás”.
Nós hoje conhecemos esse serviço pago como um endereço de contato conectado com uma central. O Chamado de Emergência em Domicílio, ao meu ver, está focalizado em uma situação de emergência. Isso já não se aplica mais a muitas pessoas que vivem sozinhas, que não têm condições de deixar as suas residências sozinhas, e inclusive não se aplica aos denominados jovens da terceira idade e a pessoas que vivem em residências monitoradas.

Acho que devemos tentar desenvolver o sistema de Chamado de Emergência em Domicílio não somente para atender os idosos que não têm condições de se cuidarem sozinhos, mas para visualizar e conectar todo o ambiente de uma pessoa.
Assim, os contatos sociais que hoje atuam via de regra separadamente no dia a dia de uma pessoa podem ser vinculados, as pessoas podem ser colocadas em contato, proporcionando uma sensação de segurança. Isso facilita o encaminhamento de informações e ao mesmo tempo torna a vida mais colorida. Para algumas pessoas que eu visito, as colaboradoras da Caritas e eu somos as únicas pessoas de contato com o mundo externo.
Posso imaginar que também a comunidade da igreja gostaria de participar desse sistema de Chamado de Emergência em Domicílio. No meu entendimento, estas estruturas interativas possuem uma grande chance.
Aqui o ser humano não é somente um número sem personalidade própria. Aqui podemos expressar a atitude cristã de que cada pessoa é um indivíduo único, caracterizado pelo espírito, e que o corpo é a expressão do espírito.
Faz parte da visão cristã do ser humano que o homem é composto de corpo e alma. Esse corpo é a forma de expressão da pessoa e esse corpo precisa da atenção especial quando está debilitado.
Sim, nós somos seres que sabem enxergar além de seu estado físico, do qual o sofrimento e a morte também fazem parte, que sentem esse vínculo. Sabemos pensar além de nossa própria morte. Como cristãos, temos que considerar todas essas dimensões. Um sistema mais abrangente do que o que temos hoje inclui ao menos a possibilidade de levar a sério e fazer jus ao ser humano completo, incluindo o sofrimento e a morte. Nesse contexto também precisamos mencionar o nosso trabalho voluntário Ajuda de Idosos para Idosos, que hoje já encontramos em alguns bairros, sem grandes organizações de apoio, e que certamente parece ser o modelo do futuro.
Para mim não há exemplo melhor para a riqueza de aspectos da vida humana do que a atitude de nosso Jesus Cristo em relação à vida; ao sofrimento, à morte e ressurreição.
 Desejo a todos que estão empenhados no desenvolvimento contínuo do sistema de Chamado de Emergência em Domicílio em prol dos idosos, enfermos, deficientes e sozinhos que tenham a coragem de dar novos passos.

Precisamos de pessoas com espírito inovador para questionar as estruturas rígidas. Conheço o Sr. Hormann há vinte anos e sei que ele possui esse espírito inovador. Certamente o serviço do Chamado de Emergência em Domicílio – eu pessoalmente prefiro denominá-lo simplesmente de Chamado Domiciliar – oferece chances para desenvolver um contexto de comunicação mais amplo, ainda mais a serviço dos homens.

Com a bênção de Deus!

Udo Tielking, Pároco
Diretor da Associação Pastoral de Herford "

 

12-14/4/2005 Congresso Hospitalar em Nurembergue


Congresso Profissional "Mudanças Estruturais no Hospital – Conseqüências para Assistência e Administração"

Um evento no âmbito da feira profissional:
Assistência Geriátrica e ProPflege 2005

"O Desenvolvimento do Chamado de Emergência em Domicílio"
apresentado por Wilhelm Hormann

Prezadas Senhoras e Senhores,

Primeiramente gostaria de agradecer o convite por ocasião da comemoração dos 25 anos do Chamado de Emergência em Domicílio, para falar hoje aqui um pouco sobre a minha motivação na década de 70 a desenvolver o Chamado de Emergência em Domicílio e realizar os testes práticos.

O Chamado de Emergência em Domicílio (HNR) não é um resultado fortuito, mas sim uma conseqüência lógica, quase que evidente de uma concepção de gerência por mim desenvolvida (que se iniciou em 1971)

Primeiro o significado, depois o lucro

O significado foi, e permanece até hoje: adaptar a antiga doutrina social cristã para a atualidade, em empresas, hospitais e asilos. Além disso, deveriam ser incluídos no planejamento os conhecimentos de tecnologia e gestão da economia e da indústria.

Ou seja: eu pretendia colocar métodos e conhecimentos progressivos da gestão de pessoal e da tecnologia moderna a serviço da doutrina social, da seguinte forma:

Tecnologias de comunicação a serviço do homem

Todas as nossas atividades possuem um contexto social, independente de termos consciência disso ou não.

Tudo isso, no entanto, não foi fácil de realizar, houve muitas resistências a serem superadas, por exemplo:

  • O correio que se recusava a liberar as freqüências de rádio e ameaçava solicitar a intervenção da procuradoria pública.
  • Dentre os próprios colegas: a atitude conservadora de médicos, da administração e de associações. 
  • A grande quantidade de diálogos, conversas e cartas com as autoridades e o Ministério da Pesquisa.

Como era a situação naquela época?

  • Não havia ainda o seguro para cuidados médicos
    - Pessoas que necessitavam de cuidados eram internadas em asilos ou
    - eram internadas no hospital, se estivessem doentes.
  • O conceito de gerontologia ainda era desconhecido.
  • As grandes famílias que até aquela data sempre ajudavam e cuidavam dos parentes adoentados já quase não existiam mais.
  • Havia e ainda há cada vez mais pessoas que vivem sozinhas.
  • Se uma pessoa recebia alta do hospital, mas não podia receber os cuidados adequados em casa, era necessariamente internada em um asilo (ponto final para a vida!).
  • No hospital, esses pacientes apresentavam sintomas de letargia e depressão.

Naqueles tempos, eu costumava dizer que era a época das hipotecas.

  • Todos os planejamentos de vida, especialmente também para a fase da idade avançada sofreram um abalo, inclusive financeiro. As Autoridades de Assistência/ Autoridades Sociais só assumiam as despesas, quando já não havia mais patrimônio próprio.
  • Portanto, os imóveis e bens eram hipotecados para permitir o pagamento das despesas dos asilos.
  • Além disso, as estruturas nos hospitais e asilos, cada vez mais caros, não eram boas e eficientes. Não existia uma assistência ambulante para todas as regiões.
  • Se, no entanto, o apartamento ou casa própria já estivessem pagos, ou se o aluguel já estivesse no orçamento, por que as pessoas não podiam receber os cuidados em casa? As despesas para isso já estavam programadas no orçamento mensal dos aposentados.
  • Portanto, o mais sensato era e ainda é, garantir que só fossem geradas as despesas de assistência médica, que fossem realmente necessárias.
    Ou seja, permitir que as atividades de enfermagem (e cuidados sociais) e assistência médica fossem geradas com custos marginais, como dizem os Controladores, na medida em que fossem necessárias, uma vez que as despesas de acomodação já estavam cobertas com o pagamento do aluguel ou o imóvel próprio.

Novas estruturas

  • Da doutrina de organizações sabemos que tecnologias de comunicação e conceitos de gestão permitem a criação de novas estruturas.
  • Portanto, foi necessária uma nova organização de pessoal para os cuidados ambulantes, assim como os respectivos meios auxiliares, para possibilitar um acompanhamento e uma assistência em todas as regiões nas residências dos pacientes como alternativa à prática de internação em hospitais.
  • Em 1973/4 foram contratados 40 profissionais de enfermagem em meio-período para atividades de cuidados ambulantes (o primeiro hospital na Alemanha a possuir um centro de Serviços Sociais). Suas atividades eram iniciadas na medida em que as respectivas orientações médicas eram liberadas. Esses profissionais acompanhavam diariamente até 80 pacientes. Para garantir a sua mobilidade, estes recebiam um carro com rádio, assim como bicicletas.
  • A tecnologia de apoio inicialmente prevista, baseada em telemetria, era bastante complicada (1974). Um emissor central consultava todos os pontos de alarme para verificar, se tudo estava em ordem. Uma comunicação de voz não era possível. Toda vez que fosse acionado um alarme, um profissional precisava ir ao local e verificar se tudo estava em ordem. Isso era bastante complicado.

Diferenças sociais entre zona urbana / rural


Uma vez que um outro intuito era eliminar as diferenças sociais entre as regiões urbanas e rurais – naquela época havia o êxodo rural, as pessoas se mudavam para as cidades na expectativa de receberem melhor assistência social e cuidados médicos – tive a idéia de incluir nos projetos sobre os custos marginais também a linha telefônica do correio, uma vez que praticamente em toda residência hoje há uma linha de telefone instalada.

Assim foi desenvolvida a concepção de combinar a mobilidade com um amplo alcance

  • Com o dedo no rádio = o dedo do rádio;
  • Com o dedo do rádio até a base da Chamada de Emergência em Domicílio.
  • Rádio com fio – do dedo do rádio até a base de alarme e de lá para uma central de coordenação que organiza o auxílio.

Quem deverá receber os cuidados?

  • Idosos e pacientes que necessitam de cuidados,
  • Pacientes crônicos,
  • Pacientes diabéticos,
  • Pacientes que sofreram enfarte,
  • Pacientes que sofreram derrame, etc.
  • Demais grupos diagnosticados que poderiam necessitar de um monitoramento.

Na época deveriam ser transferidas informações biomédicas, como por exemplo

  • Análises da respiração – (a partir destas a indústria mais tarde desenvolveu os tubos de teste para detecção de álcool utilizados pela polícia),
  • Acetona - determinação de glicemia sem sangue para pacientes diabéticos,
  • Freqüência respiratória,
  • Freqüência cardíaca / ultrapassagens de limites máximos,
  • Temperatura e outros,
  • Resultados e exames laboratoriais, hospitalares, de consultórios, etc.

Contratação de uma pesquisa

Tudo isso teria causado uma revolução entre os médicos e hospitais. Por esse motivo, foi primeiramente solicitada uma pesquisa formal:

Acompanhamento de pessoas idosas que moram sozinhas.

Amplos estudos

No período entre 1970 a 1973 realizei amplos estudos, especialmente também demoscópicos e finalmente cheguei à conclusão que a concepção poderia ser realizada na forma planejada.

Em 1973/4 foram contratados 40 profissionais de enfermagem em meio-período para serviços ambulantes, apresentados ao público em 28 de março de 1974

Em 1975 foi apresentado o primeiro sistema, bastante imperfeito, baseado no sistema telemétrico

A busca de tecnologias adequadas continuou, assim como a luta por verbas e freqüências de rádio.

Somente com a intermediação de Herbert Wehner, na época presidente da fração do partido socialdemocrata em Bonn, o processo pôde ser agilizado.

Em 1977 Reuniões com o Ministério das Pesquisas na época em Bonn.

Em 1978 Elaboração de uma Solicitação de Pesquisa para uma nova concepção técnica

Em 1979 as solicitações que eu havia submetido ao BMFT (Ministro Federal para Pesquisa e Tecnologia) em Bonn em 1978 foram deferidas.

Em 1979 foi iniciada a elaboração de perfis de exigências.

Em 1980 foi realizado um simpósio internacional em Wilhelmshaven. Os participantes vieram da Inglaterra, Suécia, França, Suíça, Áustria, Holanda e Alemanha

Em 1981 foram iniciadas as entregas do Sistema de Chamada de Emergência em Domicílio por exemplo para:

Augsburg, Celle, as ilhas frísias orientais –Spiekeroog, Wangerooge –
Münster, Friburgo/Br.

Cabo – para aumentar o alcance – rádio, para aumentar a mobilidade pessoal

  • A ressonância foi bastante grande. Recebemos consultas da Europa, países de outros continentes, Austrália, EUA – na Califórnia, onde vivem muitas pessoas idosas que possuem um telefone, mas onde o rádio não pode ser utilizado com eficiência devido às longas distâncias, a combinação com telefone aumenta o alcance.
  • O cabo aumentou o alcance, o raio de ação dos serviços sociais, e o rádio aumentou a mobilidade pessoal da respectiva pessoa. Iniciou-se uma nova dimensão revolucionária no acompanhamento de pessoas doentes que vivem sozinhas. Atualmente aproximadamente 600.000 pessoas recebem os cuidados ambulantes por meio da Chamada de Emergência em Domicílio.
  • Naquela época, logo reconheci que a Chamada de Emergência em Domicílio possuía uma dimensão muito maior e certamente alteraria estruturas usuais, de acordo com o princípio da coordenação descentralizada, centralizando determinadas informações, mas descentralizando as ações (um princípio amplamente conhecido na indústria).

Resumindo:
Na solicitação de pesquisa de 18/07/1978, a qual submeti em nome do hospital no qual trabalhava na época em cooperação com a AEG-Nachrichtentechnik GmbH, constava o seguinte resumo da descrição do projeto:

"Desenvolvimento, construção e teste de um sistema técnico de comunicação (Chamada de Emergência em Domicílio) em cooperação entre a AEG-Telefunken (Desenvolvimento dos componentes do sistema na técnica de informações) e o Hospital ... como usuário (desenvolvimento funcional do sistema e sua verificação prática) baseado nas longas e amplas experiências nessa área, melhoria dos serviços sociais por meio do aumento de eficiência. Criação de seguranças e com isso da mobilização da família para uma auto-ajuda. Auxílio subsidiário com melhoria dos meios técnicos de comunicação. Otimização das condições de trabalho de organizações de auxilio caritativo e melhoria do auxílio entre vizinhos na comunidade".

Ponto de partida em 1970

Focos de minha atividade: análise da situação; desenvolvimento e descrição de uma nova concepção de acompanhamento baseada entre outros em: 

  • "Princípio da Ordem Correta das Coisas" .
  • "Princípio da coordenação descentralizada" da formulação de teses e objetivos para o dia a dia.
  • Teoria fundamental de que as "Tecnologias de comunicação e atitudes de gestão permitem novas estruturas de organização" .
  • Início da busca de novas tecnologias de comunicação. Análise de diferentes mídias técnicas.
  • Possíveis soluções: ondas de rádio (rádio) ou ondas de luz e calor (infravermelhas).
  • Primeiros diálogos na indústria, nesse caso na Holanda, sobre o desenvolvimento e a fabricação de protótipos de acordo com o sistema telemétrico conhecido na medicina. ( 1973).
  • Paralelamente desenvolvimento de uma nova concepção de gestão com um sistema de valores para as áreas de tratamento de internação e ambulante em hospitais e associações filantrópicas.

O que foi realizado?

Como é a situação atualmente e no futuro?

  • A Chamada de Emergência em Domicílio influenciou de forma decisiva os cuidados no tratamento ambulante e de internação de idosos e doentes na Alemanha, mas também em outros países. Cessou o êxodo rural e gerou um desenvolvimento contrário.
  • As mesmas pessoas que apoiaram o sistema de Chamada de Emergência em Domicílio em Bonn, o Secretário do Estado Karl Jung, incentivaram conseqüentemente a deliberação da lei de Cuidados de Enfermagem.
  • Com essa lei os cuidados ambulantes foram equiparados legalmente e financeiramente aos cuidados em hospitais e asilos.
  • Por esse motivo, a Chamada de Emergência em Domicílio encontra-se somente no início de seu desenvolvimento, tanto na área econômica, para as indústrias, como na área social e médica (nos cuidados de enfermagem ambulantes) e nas associações filantrópicas.
  • No entanto, as estruturas que atualmente se desenvolvem em grandes organizações centralizadas e call-centers por diversos motivos deverão ser repensadas.
  • A base de nossa forma de vida social e da convivência é um ambiente familiar e a confiança inata existente na família. De acordo com o princípio de subsidiariedade, na família, é desenvolvida a autodeterminação do indivíduo. Estruturas anônimas de grande porte e centralizadas proporcionam uma impressão de perda de soberania, portanto, vão contra o princípio da subsidiariedade.

No âmbito das mudanças nas formas de vida, entre outros, também geradas pela globalização, ocorre ainda o desaparecimento das grandes famílias que consistem de várias gerações e, nesse contexto, uma parte dessa confiança familiar é transferida para as igrejas e suas organizações filantrópicas, em um grau muito maior do que estas mesmo percebem ou até o momento perceberam. Aqui também as novas estruturas de cuidados têm seus limites naturais e, até mesmo, quantitativos.

Por esse motivo mencionei na época essa questão indiretamente entre outras na solicitação de pesquisa de 18/07/1978:

  • "Facilitar e melhorar a ajuda mútua de vizinhos na comunidade,
  • Nova mobilização da família para a auto-ajuda,
  • Melhoria das condições de trabalho de organizações de ajuda caritativas ..."

 Ocorre, portanto, uma mudança não somente estrutural, mas também qualitativa no acompanhamento de idosos, pessoas que vivem sozinhas e de doentes.

É necessário responder a essas mudanças com um conjunto de medidas. Ultrapassaria o âmbito de meu discurso mencionar estas detalhadamente. Mas elas são necessárias para uma nova ampliação da Chamada de Emergência em Domicílio.

Se as igrejas desistirem, corremos o risco de que os cuidados para idosos, pessoas que moram sozinhas e doentes sejam comercializadas e centralizados

demasiadamente de forma não qualificada e que as necessidades sociais e de confiança das pessoas não possam mais ser correspondidas. Nesse caso a situação seria invertida e isso não pode ocorrer.

Se essa mudança, no entanto, ocorrer de forma qualificada e equilibrada, considerando as estruturas e as necessidades sociais, o círculo se fecha para uma simbiose social mais pacífica dos homens com todas as suas necessidades por um lado e as exigências econômicas da sociedade industrial moderna por outro, mesmo na situação complicada no âmbito da globalização.

  • Estimo a necessidade de equipamentos para a Chamada de Emergência em Domicílio em 1,5 milhões de aparelhos ou até mais alta, se ainda incluirmos a transferência de dados biomédicos.
  • No momento ainda não posso dizer, se no futuro processos de imagem podem ser utilizados na Chamada de Emergência em Domicílio e até que ponto isso pode ocorrer. Em casos individuais serão certamente convenientes. Conhecimentos locais, todavia, são indispensáveis no atendimento de emergências e para o controle dos serviços dos profissionais (de acordo com o princípio da coordenação descentralizada). 
  • A Chamada de Emergência em Domicílio hoje também já se tornou padrão de qualidade em residências.
  • As futuras bases de Chamada de Emergência em Domicílio terão um “chip celular“ ou poderão ser equipados com tal. Assim, a mobilidade dos pacientes ainda aumenta (dedo do rádio com função de celular).
    Já havíamos instalado essa técnica de subestação em 1973 em veículos equipados com rádio.
    A localização de idosos, mas também de crianças perdidas será possível com GPS.

Primeiro o significado, depois o lucro, no âmbito social e financeiro, para todos nós

O que eu pretendia e formulei há mais de trinta anos foi em sua maior parte conquistado e já existe.

Uma grande parte dos objetivos foi alcançada ,

 

Comentário

  1. Início e elaboração de uma concepção de gestão e formulação de valores básicos e de um princípio
    • "Segundo o qual o ser humano é um ser gerado para a comunidade, avaliado conforme o que ele faz na comunidade e para esta". (Die Welt des Menschen, Editora Friedrich Pustet, Regensburg 1940 Johannes Lotz S.J. / Josef de Vries S.J .)
  2. O Princípio da Ordem Correta das Coisas (página 6, nota de rodapé 2):
    Existe em cada comunidade um bem comunitário duplo:
    1. As instalações de bem comum, criadas pela comunidade e à disposição de seus membros (Estatais, Correio, Empresa Ferroviária, assim como os demais prestadores de serviço e produtores, empresas da economia) e 
    2. O bem-estar de todos os membros da sociedade incentivado por essas instalações.

Desses dois valores na comunidade, o primeiro ( 2.1.) – ou seja, as instalações, deverá servir ao segundo, ou seja (2.2.) – o bem-estar de todos.

A manutenção, ampliação e o aperfeiçoamento da operação das diferentes instalações se tornam para aqueles, aos quais são confiadas estas operações, muitas vezes uma finalidade em si, à qual todo o resto deverá servir.
Isso, todavia, é a uma inversão da ordem correta das coisas, as quais não servem mais ao homem, mas sim o homem corre o risco de se tornar escravo das coisas que criou para servi-lo “.( Die Welt des Menschen, Editora Friedrich Pustet, Regensburg 1940 Johannes Lotz S.J. / Josef de Vries S.J.)